Mais um nocaute no jornalismo

Mais um nocaute contra a categoria dos jornalistas.  O site Coletiva.net veiculou,  no final da tarde,  1/8, a informação de que o cargo de chefe de redação do  jornal O Sul havia sido extinto. A posição era ocupada pelo jornalista Elton Primaz e que deixou o cargo no mês passado. É mais um enxugamento  e acúmulo de tarefas por outro colega na linha de comando da redação.

 

Propostas e compromissos do Coletivo Categoria dos Jornalistas

Chapa 2 – Oposição Sindical

modelo-logo2 A organização do Coletivo Categoria dos Jornalistas, bem antes de deflagrado o processo eleitoral, vem se baseando no diálogo com trabalhadores dos mais diversos setores do jornalismo, na identificação de demandas e na construção plural e democrática de metas de gestão para o Sindicato dos Jornalistas Profissionais do Rio Grande do Sul no período 2016-2019. Bem mais do que propostas de campanha, os tópicos abordados a seguir nos eixos Transparência Administrativa e Gestão de Recursos, Representatividade e Participação da Base, Mercado e Relações de Trabalho, Integração e Fortalecimento das Lutas dos Trabalhadores, são compromissos que assumem entre si e perante todos os trabalhadores do jornalismo gaúcho os integrantes da Chapa 2 – Coletivo Categoria dos Jornalistas. Essas metas, entretanto, não são estanques e estarão sempre abertas à complementação e à discussão com o conjunto dos trabalhadores jornalistas.

TRANSPARÊNCIA ADMINISTRATIVA E GESTÃO DE RECURSOS

Cenário atual – A atual diretoria recebeu a entidade com um superávit na casa dos R$ 200.000,00 (duzentos mil reais). Ao fim do primeiro ano de gestão, o caixa estava zerado. O balanço financeiro do exercício de 2015, apresentado em Assembléia Geral Ordinária realizada em 29 de março deste ano, registra um déficit de
R$ 110.170,78
(cento e dez mil, cento e setenta reais e setenta e oito centavos). Ao longo da atual gestão, apesar do ressarcimento mediante apresentação de recibos e notas fiscais de toda e qualquer despesa com transporte, hospedagem e alimentação em deslocamento oficial, o presidente e candidato à reeleição recebeu aproximadamente de R$ 80.000,00 (oitenta mil reais) de forma mensal e regular a título de “verba de representação”.  Isso significa que mais de 70% do déficit do Sindicato corresponde ao valor recebido ao longo da gestão em curso pelo presidente e candidato à reeleição. Isto é motivo de orgulho?

Proposta – Imediata suspensão da verba de representação do presidente, cuja instituição e manutenção contrariam o Estatuto do Sindicato (Artigo 5º – Parágrafo Único e Artigo 6º – alínea “c”). Implantação de um sistema de controle de contas aberto no site do Sindicato, nos moldes dos portais da transparência, com divulgação de balanços trimestrais pormenorizados. Esteja conosco! Tenha categoria!

 DIRETORIA EXECUTIVA COLEGIADA

 Cenário atual – Regime presidencialista no qual o presidente centraliza o poder decisório, submetendo aos demais membros da diretoria, a seu critério, a responsabilidade por algumas das decisões. Isto é motivo de orgulho?

Proposta – Imediatamente após a posse, convocar uma Assembléia Geral Extraordinária para submeter à apreciação da categoria a reforma no Estatuto do Sindicato, transformando os atuais presidente, 1º e 2º vices em coordenadores e estabelecendo uma diretoria em forma de colegiado. Tal alteração estatutária só terá efeito “de direito” a partir da gestão seguinte, mas o modelo colegiado passará a ser adotado imediatamente na prática. Esteja conosco! Tenha categoria!

 REPRESENTATIVIDADE E PARTICIPAÇÃO DA BASE

 Cenário atual – Estima-se entre 12 e 15 mil o número de jornalistas profissionais no Rio Grande do Sul. O Sindicato não conta sequer com 10% desse total em seu quadro de associados. O número de associados aptos a exercer o direito ao voto na eleição sindical marcada para os dias 19, 20 e 21 de julho não deve ultrapassar a casa dos 400 jornalistas em todo o estado. A política vigente sugere que os atuais dirigentes que buscam a reeleição não demonstram interesse em ampliar a participação além do círculo formado por grupos alinhados politicamente com os que permanecem no controle da entidade há mais de três décadas. Ao longo da atual gestão, apesar de terem sido investidos recursos na produção de material gráfico com esse propósito, não foi realizada nenhuma efetiva campanha de filiação. Isto é motivo de orgulho?

Proposta – A gestão do Coletivo Categoria dos Jornalistas será marcada por permanente campanha de filiação, de expansão de base territorial e de resgate de associados afastados por não se sentirem representados pelo Sindicato. Esteja conosco! Tenha categoria!

 Cenário atual – O grupo que busca a perpetuação no poder mantém um enorme distanciamento das redações de jornais, rádios, TVs, assessoria de imprensa e estruturas de jornalismo on-line. Eventualmente, os atuais dirigentes percorrem os locais de trabalho da categoria para a distribuição do jornal do Sindicato, quando não repassam essa tarefa aos delegados de redação. Com exceção de situações e demandas pontuais, que exigem posicionamento urgente, a representação sindical raramente é vista nas redações. A política e as ações sindicais são conduzidas invariavelmente “de dentro para fora” e, não raro, quem procura o Sindicato encontra “portas fechadas” para suas demandas e proposições. Isto é motivo de orgulho?

Proposta – O Coletivo Categoria dos Jornalistas, pela própria composição de sua nominata, terá presença constante nas redações e demais locais de trabalho. O fluxo das ações e políticas sindicais será definido sempre “de fora para dentro”, com amplo acolhimento das demandas e proposições de todos os segmentos de atuação dos trabalhadores jornalistas. Esteja conosco! Tenha categoria!  

Cenário atual – Os atuais dirigentes que buscam a reeleição negam sistematicamente a representação dos não-sindicalizados, sendo a contribuição sindical desses que viabiliza financeiramente a entidade. Os sindicalizados, obviamente, têm prerrogativas e direitos não extensivos aos não-associados, mas estatutariamente o Sindicato deveria representar toda a categoria. Isto é motivo de orgulho?

Proposta – Resguardando os direitos e prerrogativas exclusivas dos associados, a gestão do Coletivo Categoria dos Jornalistas não fará qualquer distinção em termos de representação e de garantia de espaço e de acolhimento das demandas de jornalistas não-sindicalizados. Entendemos que a fidelização e posterior sindicalização dessa que é a maior parcela dos jornalistas gaúchos não pode ser construída se não fizermos com que o não-sindicalizado se sinta representado pelo Sindicato. Esteja conosco! Tenha categoria!

  Cenário atual – Os jornalistas não-sindicalizados só encontram espaço de decisão e manifestação em determinadas assembleias gerais, como as de negociação salarial, cuja convocação se dá por edital aberto à participação geral. Não há outro espaço para essas vozes. Isto é motivo de orgulho?

Proposta – A gestão do Coletivo Categoria dos Jornalistas estabelecerá, como instância consultiva e propositiva, o Comitê de Base, a ser integrado por jornalistas sindicalizados ou não. Mediante aprovação da reforma estatutária a ser definida em Assembléia Geral Extraordinária convocada com esse propósito, será proposto à categoria que esse Comitê de Base passe a ter um assento em instância deliberativa junto à diretoria do Sindicato. Esteja conosco! Tenha categoria!

 Cenário atual – O modelo de gestão centralizador e excludente do grupo que busca a reeleição impõe à categoria decisões verticais, que chegaram ao absurdo de, deliberadamente, convocar importantes assembléias gerais em dias e horários incompatíveis com a jornada de trabalho dos jornalistas, inviabilizando propositalmente o comparecimento de quórum expressivo para a tomada de posições vitais ao interesse da categoria. Isto é motivo de orgulho?

Proposta – Dotar o site do Sindicato com uma ferramenta de consulta on-line para que todos os jornalistas, sindicalizados ou não, possam opinar sobre tomadas de decisão que vão desde o melhor dia e horário para a convocação de assembléias até temas mais pontuais do interesse da categoria, balizando e indicando rumos à diretoria. Esteja conosco! Tenha categoria!

 Cenário atual – A integração do Sindicato com as universidades só ocorre mediante demanda, quando o ambiente acadêmico requisita o debate com os dirigentes sindicais. O Artigo 11 do Estatuto do Sindicato prevê a categoria de sócio pré-sindicalizado, aberta à participação de estudantes de Jornalismo. A atual diretoria não realizou nenhuma ação efetiva de captação desse segmento. Isto é motivo de orgulho?

Proposta – Incrementar com ações efetivas a integração do público acadêmico, instituindo uma diretoria universitária e desenvolvendo iniciativas de formação sindical com o objetivo de propiciar o surgimento de novas lideranças da categoria. Montar um cadastro de profissionais com atuação nos mais diversos segmentos do Jornalismo, disponibilizando nomes e temas para palestras, debates e seminários nas instituições de ensino superior. Desenvolver o Programa Sindicato nas Universidades, propiciando o intercâmbio de experiências entre o mercado de trabalho e o ambiente acadêmico. Esteja conosco! Tenha categoria! 

MERCADO E RELAÇÕES DE TRABALHO

 Cenário atual – O mercado e as relações de trabalho vêm sofrendo grandes transformações, assim como o perfil do trabalhador jornalista. Os atuais dirigentes, que buscam a reeleição e a perpetuação no poder, insistem na condução de uma política sindical baseada em um modelo de relações de trabalho e em um perfil profissional que já não existe. O entendimento vigente por parte desses dirigentes é de que o Sindicato não pode intervir em favor de jornalistas que, como empreendedores, se tornam patrões de outros colegas. Isto é motivo de orgulho?

Proposta – O Coletivo Categoria dos Jornalistas entende que o Sindicato deve representar também os interesses dos jornalistas empreendedores. É aglutinando esse novo perfil imposto pelo mercado que teremos maior proximidade e legitimidade para intervir quando, eventualmente, o jornalista empregador agir contra os interesses do jornalista empregado. Esteja conosco! Tenha categoria!

Cenário atual – Engessados em um modelo de representação sindical defasado em décadas, o grupo que busca a reeleição não dialoga com o novo perfil da categoria e ignora segmentos cada vez mais representativos como as áreas de webjornalismo e produção de conteúdo. Isto é motivo de orgulho?

Proposta – Entendemos que a direção sindical tem obrigação de se adequar ao novo perfil dos jornalistas e às novas relações de trabalho. Para tanto, é preciso aprender a “falar a língua” desses novos profissionais para que possamos entender e atender as demandas desses segmentos. Para dominar esse “novo idioma”, a conversação é o método mais eficaz. O Coletivo Categoria dos Jornalistas não apenas admite como propõe esse diálogo permanente. Esteja conosco! Tenha categoria!

Cenário atual – O segmento de assessoria de imprensa segue sendo o que mais concentra  jornalistas no Rio Grande do Sul e no Brasil. Os jornalistas que atuam nesse setor continuam sofrendo sanções do Conselho Regional de Relações Públicas que, em total desacordo com a legislação que regulamenta o exercício das duas profissões, reivindica para si a exclusividade de atuação na atividade. Apesar de recentes decisões judiciais que cristalizam a atividade de assessoria de imprensa como privativa e exclusiva dos jornalistas profissionais, o grupo que busca a perpetuação no comando do Sindicato age de forma covarde, omissa e subserviente em relação aos abusos do Conrerp. Isto é motivo de orgulho?

Proposta – O Coletivo Categoria dos Jornalistas, amparado por recentes decisões judiciais do TRF4, dará enfrentamento consistente e incansável às autuações arbitrárias do Conrerp às empresas e aos profissionais do jornalismo que exercem atividades de assessoria de imprensa. Esteja conosco! Tenha categoria!

 Cenário atual – O desemprego assola a categoria dos jornalistas, e o mercado formal de trabalho encolhe a cada dia. Profissionais recém formados enfrentam a realidade de redução acentuada de postos de trabalho e jornalistas com mais experiência não encontram recolocação no mercado quando demitidos. O Sindicato não acena com nenhuma medida efetiva no sentido de amenizar esse quadro. Isto é motivo de orgulho?

Proposta – Desenvolver permanentemente ações de reciclagem e capacitação ao empreendedorismo. O Coletivo Categoria dos Jornalistas assume o compromisso de fomentar, dar suporte e subsidiar jurídica e estruturalmente a criação de uma cooperativa de serviços jornalísticos a ser constituída e administrada de forma autônoma por profissionais que estão fora do mercado. Esteja conosco! Tenha categoria!

INTEGRAÇÃO E FORTALECIMENTO
DA LUTA DOS TRABALHADORES

 Cenário atual – Não é possível fazer política sindical de costas para outros segmentos de trabalhadores. O isolamento e o antagonismo em relação a outras representações sindicais que têm como adversária a mesma classe patronal vem sendo outro grande equívoco da atual diretoria. Isto é motivo de orgulho?

Proposta – O Coletivo Categoria dos Jornalistas irá atuar de forma integrada e articulada com  a CUT e com as representações sindicais de outras categorias, como os sindicatos dos Radialistas, dos Gráficos, dos Técnicos-Administrativos, dos Rodoviários e de Processamento de Dados nas mobilizações por condições dignas de trabalho e campanhas salariais perante as representações patronais. Isso significa fortalecimento das demandas e das lutas dos trabalhadores. Esteja conosco! Tenha categoria!

POSICIONAMENTOS E COMPROMISSOS

Posicionamento ideológico – O Coletivo Categoria dos Jornalistas reafirma seu posicionamento combativo em defesa da democracia, da comunicação pública, das conquistas populares e dos movimentos sociais, sem assumir qualquer compromisso partidário. Da mesma forma, em respeito e defesa à democracia, respeitamos as opções pessoais ideológicas e partidárias de todos os jornalistas gaúchos.

Diploma –  A luta pelo diploma é prioridade e  se dará em conjunto com a sociedade e com a classe trabalhadora. Somos convictos de que a exigibilidade do diploma para o exercício da profissão de jornalista é garantia fundamental do direito à informação que, sem restringir a liberdade de expressão de qualquer cidadão, se constitui em um dos pilares da democracia, das liberdades pessoais e do Estado Democrático de Direito.

 Democratização da Comunicação – Luta incessante pela liberdade de imprensa, pela democratização da comunicação e pela comunicação pública de qualidade.

Comunicação Pública – Mobilização permanente pela manutenção e fortalecimento das estruturas públicas de comunicação. Atuação intransigente em favor de que cargos públicos de jornalismo sejam ocupados por jornalistas diplomados e concursados. Fiscalização constante de editais de concursos públicos e intervenções consistentes em casos de desacordo com funções, piso salarial e carga horária.

Piso salarial unificado – O piso salarial unificado deve ser uma bandeira de todos os jornalistas gaúchos. Tal construção, entretanto, precisa ser trabalhada pela direção do Sindicato na busca da unidade e convergência em torno desse entendimento. Jornalistas da capital têm razões para crer que a unificação do piso achate os salários em Porto Alegre, por outro lado, não se pode admitir que, além da Ponte do Guaíba ou em direção ao Vale dos Sinos e demais regiões do estado, um jornalista receba menos pelos mesmos serviços e pela mesma carga horária. O Coletivo Categoria dos Jornalistas assume a responsabilidade de aprofundar esse debate, buscando consenso entre trabalhadores da capital e do interior no sentido de corrigir esta discrepância sem prejuízos ao conjunto da categoria. Já contamos com estudos na área da legislação trabalhista que podem sinalizar uma via alternativa às campanhas de negociação salarial para corrigir essa situação.

Fortalecimento dos Núcleos – O Coletivo Categoria dos Jornalistas garante a manutenção e a retomada e o incremento das atividades dos núcleos de Assessoria de Imprensa, de Jornalistas de Imagem, de Gênero, Raça e Etnia, webjornalistas, de Ecojornalistas, de universitários e de Aposentados, primando, onde necessário, pelo redirecionamento dessas atividades em favor dos interesses da categoria como um todo e sanando distorções que têm se servido da estrutura e dos recursos do Sindicato para a promoção de interesses pessoais.

O que o sindicato oferece hoje? Sem entrar no mérito da representação profissional e da luta pelos direitos dos trabalhadores jornalistas, entendemos que o Sindicato oferece pouco. Faremos mais a partir de novos convênios e parcerias para proporcionar aos associados uma diversidade maior de benefícios nas áreas de cultura, saúde, esporte e lazer, entre outras.

Venha conosco,
tenha categoria!


Sindicato dos Jornalistas RS

Coletivo Categoria dos Jornalistas

CHAPA 2 – OPOSIÇÃO

 

Nominata do Coletivo Categoria dos Jornalistas tem diversidade, pluralidade e representatividade


Nominata do Coletivo Categoria dos Jornalistas

modelo-logo2Regularmente inscrita para a eleição que definirá a direção do Sindicato dos Jornalistas Profissionais do Rio Grande do Sul para o triênio 2016-2019, a Chapa 2 – Oposição – Coletivo Categoria dos Jornalistas reúne nomes com larga trajetória no movimento sindical a novas e expressivas lideranças da categoria. A inscrição da chapa cumpriu todas as exigências da Comissão Eleitoral. A nominata aglutina profissionais com atuação em todas as áreas do jornalismo e nas mais diversas regiões do Rio Grande do Sul.

COLETIVO CATEGORIA DOS JORNALISTAS – CHAPA 2 – OPOSIÇÃO

Diretoria Executiva

Presidente – Luiz Armando Vaz (Diário Gaúcho/Rádio Gaúcha – Porto Alegre)
1º Vice-presidente – Luis Salvador Tadeo (Prefeitura Municipal de Pelotas)
2º Vice-presidente – Ronaldo Bernardi (Zero Hora – Porto Alegre)
1º Secretário – Ludwig Larré (Câmara de Vereadores de Santa Maria)
2ª Secretário – Daiana Duarte Bado (Bado Comunicação – Porto Alegre)
1º Tesoureiro – Luiz Carlos Nogueira Py (Diário Gaúcho – Porto Alegre)
2º Tesoureiro – Fernando Ramos (FR News/RBS TV/Diário de Santa Maria)
1ª suplente – Simone Nuñez Reis (Assessora de imprensa – Porto Alegre)
2ª suplente – Paula Maia (Assessora de imprensa – Porto Alegre)

Conselho Fiscal (titulares)

Patrícia Comunello (Jornal do Comércio – Porto Alegre)
Carlos Machado (Rádio Pelotense – Pelotas)
Nestor Tipa Junior (Agro Effective – Porto Alegre)
Conselho Fiscal (suplentes)
Antônio Barcelos (aposentado – São Leopoldo)
Luis Roese (Assessor de Imprensa – Porto Alegre)
Itamar Aguiar (Raw Image – Porto Alegre)

Diretoria Geral

Alessandra Meirelles (Prefeitura Municipal de Pelotas)
Alexandre Cozza Ferreira (Jornal Agora – Rio Grande)
Ana Cristina Teixeira Bittencourt (Prefeitura Municipal de Santa Maria)
Augusto Pinz (Rádio Liberdade – Canguçu)
Carlos Cogoy (Diário da Manhã – Pelotas)
Carolina Marasco (Diário Popular – Pelotas)
Conceição Salomão (Assessora de Imprensa – São José do Norte)
Francisco Vandir de Souza (Rádio Sampedrense – São Pedro do Sul)
Maria Corina Mello (Assessora de Imprensa – Porto Alegre)
Maria Nazaré de Almeida (Freelancer – Porto Alegre)
Michele Ferreira (Diário Popular – Pelotas)
Nilson Winter (Prefeitura Municipal de São Leopoldo)
Renato Araújo (TV Assembléia – Porto Alegre)
Renato Oliveira (Rádio Guarathan/Correio do Povo – Santa Maria)
Rosângela Garcia (Assessora de Imprensa – Canoas)

Comissão de Ética

Humberto Gabbi Zanatta (Professor aposentado/UFSM – Santa Maria)
José Loreni Pacheco (Câmara de Vereadores – Pelotas)
Julieta Amaral (RBS TV – Rio Grande)
Rafael Copetti (Freelancer empreendedor – Porto Alegre)
Renato Varoto (Professor aposentado UFPel – Pelotas)

Jornalistas gaúchos têm opção na eleição do Sindicato

logoO Coletivo Categoria dos Jornalistas está regularmente inscrito como chapa de oposição para a eleição da nova diretoria do Sindicato dos Jornalistas Profissionais do Rio Grande do Sul. O pleito marcado para os dias 19, 20 e 21 de julho assinala o fim de um ciclo de quase três décadas de sucessões com chapa única. A chapa 2 – Oposição – Coletivo Categoria dos Jornalistas, encabeçada por Luiz Armando Vaz, reúne profissionais com atuação em mídia impressa, rádio, TV, assessorias de imprensa e jornalismo on-line na Capital e em municípios como Canguçu, Canoas, Pelotas, Rio Grande, Santa Maria, São José do Norte, São Leopoldo e São Pedro do Sul. A inscrição da chapa cumpriu todas as exigências da Comissão Eleitoral. A divulgação da nominata completa será feita imediatamente, após a circulação do edital com a homologação das candidaturas. A principal bandeira do Coletivo Categoria dos Jornalistas é a reabertura do Sindicato à verdadeira participação e representação dos jornalistas gaúchos, rompendo um longo ciclo de poder concentrado em um grupo cada vez menor de dirigentes e cada vez mais distante da base. Transparência na gestão dos recursos da entidade e horizontalidade na ação sindical são metas prioritárias do Coletivo Categoria dos Jornalistas. “Uma de nossas primeiras ações será a convocação de uma assembleia geral para alterar o Estatuto no que se refere à direção do Sindicato. Vamos propor à categoria o fim do modelo presidencialista, autoritário e centralizador, transformando a diretoria em colegiado”, garante Luiz Armando Vaz. A alteração proposta passará a valer “de direito” para a gestão seguinte, caso aprovada em assembleia da categoria, mas o modelo será adotado desde o momento da posse. Comprometido com o fortalecimento da luta pela restauração da obrigatoriedade do Diploma de Jornalismo para o exercício da profissão, com a defesa intransigente dos trabalhadores, da liberdade de imprensa, da comunicação pública e da democracia, o Coletivo Categoria dos Jornalista buscará permanente alinhamento com sindicatos como dos radialistas, gráficos e técnico-administrativos para encorpar e unificar as demandas por salário e condições de trabalho frente às representações patronais.

Basta de Sindicato sem categoria!
Basta de dirigentes sindicais sem categoria!
Venha conosco! Tenha categoria!
Coletivo Categoria dos Jornalistas – CHAPA 2 – Oposição Sindical.

Solidariedade aos demitidos no Correio do Povo

Em todo o Brasil, as empresas de comunicação utilizam as demissões como recurso administrativo para diminuição de custos e garantia de lucratividade, deixando a qualidade do jornalismo em segundo plano. Aos trabalhadores que permanecem empregados resta a insegurança, o acúmulo de funções e o arrocho salarial.
Nesta  semana que começa, estamos vivendo esta situação de forma mais aguda .
Na Companhia Caldas Júnior, um dos grupos mais poderosos do Estado, a prática continua. Demissões beirando o numero de 70  trabalhadores, sendo que, deste total, 13 são jornalistas, na sua maioria correspondentes do interior.
Esta prática, por ser tão comum em nossas vidas, parece que não desperta mais a atenção das pessoas e muito menos da direção do Sindicato, que, de costas para a categoria, não emitiu uma única nota de repúdio a essas demissões e nem manifestou a solidariedade necessária aos jornalistas. Não podemos aceitar estas demissões e não podemos aceitar o imobilismo desta direção que tem a obrigação de estar ao lado de seus associados em situações como esta.  Não é possível reverter esta situação, mas ter solidariedade com a categoria é obrigação dos que ficaram e, acima de tudo, da direção do sindicato, de quem se espera muito uma manifestação segura de apoio e solidariedade.
Como candidatura de oposição, estamos ao lado dos trabalhadores jornalistas. Para nós, estas demissões não serão nunca banalizadas, e sim combatidas com as ferramentas que temos. Denunciar à sociedade essa situação é estar absolutamente solidário com os colegas demitidos. Nós, chapa de oposição à omissão da atual direção do Sindicato dos Jornalistas do Rio Grande do Sul, estamos com a categoria!

Luiz Armando Vaz – #coletivocategoria

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O coletivo acima do individual

Colegas jornalistas, dentre as inúmeras manifestações de apoio e engajamento que já recebemos neste curto período em que abrimos este espaço virtual de diálogo, há algumas manifestações de curiosidade em relação a quem somos. Somos um coletivo e, portanto, o individual é secundário neste processo de construção. Estamos manifestando apoio à candidatura capitaneada pelo companheiro Luiz Armando Vaz que, como primeiro ato após eleito, irá convocar uma Assembleia Geral para alterar o estatuto do Sindicato, estabelecendo uma direção em forma de colegiado, e não mais presidencialista. É coletivo! É categoria! É #coletivocategoria

Coletivo Categoria

Colegas jornalistas!

Estamos diante da abertura do processo eleitoral que vai definir a nova direção do Sindicato dos Jornalistas Profissionais do Rio Grande do Sul para o período 2016-2019. Somos um coletivo de profissionais insatisfeitos com a condução da entidade ao longo das últimas décadas. Muitos de nós não nos sentimos legitimamente representados por nosso Sindicato e, por isso, deixamos de participar das ações da entidade que deveria representar toda a categoria, sindicalizados ou não. Outros tantos não encontram espaço e acolhimento quando tentam aproximação com nossos dirigentes sindicais.

Pela primeira vez em cerca de vinte anos, teremos duas chapas concorrendo à direção do Sindicato. Temos sido procurados e sondados por representantes dos dois grupos. Um deles representa a continuidade; o outro acena com mudanças em um sentido que converge com nossas demandas e insatisfações. O grupo de oposição tem buscado o diálogo com colegas que, como nós, não se sentem representados e acolhidos.

Decidimos, então, abrir este espaço para o acolhimento de demandas, sugestões e propostas a serem incorporadas pela candidatura oposicionista ou, ao menos, levadas em consideração pelo grupo que busca a perpetuação no poder e que, às vésperas da eleição, volta as atenções para a categoria à qual sistematicamente tem dado as costas.

Somos o #coletivocategoria.

Venha conosco nesta construção! Participe da mobilização por um sindicato verdadeiramente a serviço da categoria. Deixe aqui suas opiniões e sugestões!